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Vistos fora da Europa

Como funcionam os vistos de trabalho patrocinados pelo empregador no Reino Unido, nos EUA, no Canadá e na Austrália.

Revisto em outubro de 2026. Informação geral, não é aconselhamento jurídico nem fiscal: as regras mudam, por isso confirme nas páginas oficiais indicadas antes de decidir.

Fora da União Europeia, do EEE e da Suíça, um cidadão português precisa de autorização para trabalhar. No Reino Unido também, desde o Brexit. Por isso o GoNextCountry só mostra vagas fora da Europa que declaram apoio à relocalização ou patrocínio de visto. Mesmo assim, confirme sempre com a empresa antes de avançar.

Reino Unido

O visto mais comum para tech é o Skilled Worker visa: exige uma oferta de uma empresa com licença para patrocinar vistos e um salário acima de um mínimo definido pelo governo. Os custos incluem taxas do visto e uma contribuição para o serviço de saúde.

Estados Unidos

O visto de trabalho mais conhecido em tech, o H-1B, tem um número anual limitado e é atribuído por sorteio entre os pedidos registados pelas empresas; não há garantia de obtê-lo no primeiro ano. Quem já trabalha numa empresa multinacional pode ser transferido com outro tipo de visto. Informação oficial: USCIS.

Canadá

Muitas autorizações de trabalho ligadas a um empregador exigem que este demonstre que não encontrou candidato local. Há também programas de residência permanente para trabalhadores qualificados. Informação oficial: Immigration, Refugees and Citizenship Canada.

Austrália

Existem vistos de trabalho patrocinados pelo empregador e vistos para profissões em falta. Informação oficial: Department of Home Affairs.

Perguntas a fazer à empresa

  • A empresa já patrocinou vistos para esta função? Quem paga as taxas e o advogado?
  • Quanto tempo demora o processo e o que acontece se o visto for recusado?
  • O visto fica ligado a esta empresa? O que acontece se sair?
  • A família pode acompanhar e trabalhar?